Condomínios tem queda 37% na inadimplência, aponta SECOVI-SP
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Condomínios tem queda 37% na inadimplência, aponta SECOVI-SP

No mês de fevereiro foi indicado aumento do índice e em março também.

Os escândalos na política assolam o país. Manchetes de jornais estampam os frequentes atos de corrupção e trazem à tona a instabilidade econômica do Brasil. Com essa situação, o mercado fica instável fazendo cair logo o consumo e aumentando a inadimplência.

Segundo pesquisa do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), o número de devedores cresceu com a inclusão de 900 mil nomes no Brasil, só no primeiro trimestre deste ano.

Em contra partida, no setor imobiliário, especificamente no tocante a condomínios, a inadimplência diminuiu 37% só em São Paulo, aponta o Sindicato de Habitação (SECOVI-SP). A quantidade de ações judiciais por não pagamento da taxa de condomínio foi de 5.702 entre abril de 2016 e março de 2017.

Em entrevista ao portal G1 de São Paulo, o vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Secovi-SP, Hubert geara, explica que com o novo Código de processo Civil é possível entrar com ação de cobrança diretamente.

”A inadimplência em condomínio sempre foi muito séria, porque aqueles que não pagam sobrecarregam aqueles que pagam. Então, antes do novo Código do Processo Civil, você era obrigado a entrar com uma ação de conhecimento para que o juiz declarasse que aquele débito estava correto. Depois dessa sentença do juiz, aí sim você entrava com uma ação de cobrança”, explica.

Para driblar essa situação, empresas de todos os segmentos, inclusive imobiliário, optam em contratar empresas de cobrança com a finalidade de terem uma abordagem e mão de obra mais profissionalizada com os clientes. A forma de cobrar uma dívida faz toda a diferença para um bom resultado em uma negociação.

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